1.13 Uma mina FODA [Deutero]
Desculpa pelo palavreado, mas não vejo nenhum outro adjetivo que corresponda ao que passa na minha cabeça quando eu te olho. Não tem jeito, cara. Ontem você tava mais linda do que já é normalmente. Eu não conseguia prosseguir um diálogo com você, porque eu tava ocupado olhando pra sua cara, e pensando no azar que os caras que já passaram pela sua vida tiveram ao não aproveitar essa chance de te fazer feliz. Logo, pensava também na sorte que eu estava tendo de poder estar do seu lado, te fazendo sorrir, te fazendo bem. Pena que nada disso conseguia ser externado.
O frio da madrugada paulista começava a bater e a gente decide ir deitar. E deitados que a gente vê o quanto os nossos corpos se encaixam e se aninham na cama. Grudados. Colados. A gente começa a conversar sobre futuro - igual fazemos geralmente - mas dessa vez decidi levar um novo viés pra conversa: "o que é amor pra você?". Você demora pra elaborar e me diz que é quando colocamos as vontades do outro acima da nossa, quando a presença se torna necessária, quando a saudade bate 3 minutos depois do tchau. Eu seguro sua nuca, te puxo pra perto de mim pela cintura, olho pra sua cara e digo: "então eu te amo demais." Você fica sem reação; dá um sorriso de orelha à orelha - enquanto eu percebo suas covinhas - e me fala que também me ama demais.
Com esse sorriso; com essas covinhas; com esse olhar; com essa voz de sono; com essa respiração ofegante quando eu chego perto do seu pescoço; com essa cara de brava - que nunca funciona; com esses "eu te odeio" seguidos de um sorrisinho; com a sua companhia na cama, dormindo de conchinha comigo; com você inteira. Não deixe ninguém te dizer o contrário disso que vou falar agora, e eu realmente não tenho outra forma de encerrar esse texto, sem te dizer: MINA VOCÊ É FODA DEMAIS!
e obrigado por me escolher pra te fazer feliz!
-Deutero
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