Silêncio [Trito]
Silêncio é o som da calada,
rompido por meus passos pela madrugada.
Faço sempre meu caminho fixo.
Esbarro em cada canto de uma mente torturada.
Sou convidado fiel para bailar a morte.
Sou aquele pobre que não vai contar com a sorte.
Eu ando sempre na calada,
armado pobremente com uma navalha afiada.
Tem corpos, copos,
vivos ou mortos.
Tem platéia e soluços,
na voz de quem canta rima no susto.
Vejo sempre o inferno da madrugada.
Mesmo no frio do inverno de Praga.
Mas sigo sempre esse caminho brindando a morte.
Hoje, amanhã ou depois
é questão de tempo até trombar a PM fardada.
rompido por meus passos pela madrugada.
Faço sempre meu caminho fixo.
Esbarro em cada canto de uma mente torturada.
Sou convidado fiel para bailar a morte.
Sou aquele pobre que não vai contar com a sorte.
Eu ando sempre na calada,
armado pobremente com uma navalha afiada.
Tem corpos, copos,
vivos ou mortos.
Tem platéia e soluços,
na voz de quem canta rima no susto.
Vejo sempre o inferno da madrugada.
Mesmo no frio do inverno de Praga.
Mas sigo sempre esse caminho brindando a morte.
Hoje, amanhã ou depois
é questão de tempo até trombar a PM fardada.
por TRITO.
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